sexta-feira, 11 de março de 2016

Qual a importância da escola?

        Um texto de opinião muito interessante, da autoria do aluno do 6ºD Rodrigo Oliveira, que nos deixa a todos, professores, alunos, encarregados de educação e todos os intervenientes na Educação, a pensar sobre este assunto tão importante e relevante.

          QUAL A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA?

         Na minha opinião, a escola é como uma semente de laranjeira , começa pequena , rega-se , alimenta-se e germina. Depois, aos poucos e poucos, vai crescendo. Umas árvores crescem mais rápido do que outras, mas todas têm o mesmo objetivo que é, nada mais nada menos, do que dar frescas e sumarentas laranjas.
          
          No fundo, o que eu quero dizer no meio desta conversa toda é que a escola é uma base. O futuro de cada um é decidido pelo esforço que demonstram no dia-a-dia.
            
             Cada um decide se o futuro dele vai ser este:
(quem não se esforça)                        (quem se esforça)

             Todos os atos têm consequências, temos é que saber preveni-las!!!

Rodrigo Oliveira, 6ºC

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Entrevista à professora Teresa Mendes

A atleta, professora de Educação Física

Adriana Rodrigues, 13 anos, entrevistou a professora Teresa Mendes, professora de Educação Física no Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel em Coimbra.


     A propósito de um trabalho para a disciplina de Português, a aluna Adriana Rodrigues da turma D do 6º ano, da Escola Rainha Santa Isabel, entrevistou a professora de Educação Física, Teresa Mendes, que lhe dá Apoio ao Estudo à sexta-feira. É o exemplo de uma professora que gosta do que faz e gosta de dar o seu melhor, ensinando aos seus alunos o melhor que sabe.
    Esta entrevista permitir-nos-á conhecê-la melhor como mãe, professora e atleta.

Sempre teve o gosto pela Educação Física?
Sim, o gosto pela atividade física esteve sempre presente na minha vida, mesmo quando eu não tinha idade para perceber o significado da expressão «atividade física».

Desde que idade pensou em vir a ser professora de Educação Física?
Por volta dos 12 anos, a minha irmã mais nova participou numa festa da escola fazendo uma apresentação de ginástica e outra de “ballet”. Foi esse o motivo que me levou a querer praticar ginástica desportiva. Descobri depois o Andebol aos 14 anos através do Desporto Escolar fazendo depois parte da seleção dos juvenis de Coimbra. Mais tarde, joguei futebol de 11 no Cernache e voleibol na P.S.P. onde fui agente durante 10 anos.

Alguma vez se arrependeu da sua escolha de profissão?
Já, mas só por momentos pois depois de passar os momentos menos bons não encontro nada que me pudesse dar tanto prazer fazer.

Em que escola gostou mais de dar aulas?
Aprendi sempre coisas novas por cada uma em que passei, mas pequenos motivos especiais fizeram-me ter um carinho diferente por duas escolas: A escola Prof. Dr. Ferrer Correia na localidade de Senhor da Serra em Coimbra e esta (Rainha Santa Isabel).

Que tipo de modalidade mais gosta de ensinar aos seus alunos?
Ginástica, Atletismo, Andebol e Voleibol.

Ser professora alguma vez lhe trouxe algum imprevisto na sua vida pessoal?
Alguns. O principal aconteceu há três anos quando um aluno “artista” me agride por trás e me provocou lesões graves que me afastaram durante meses.

Gostava de passar o seu gosto pela atividade física aos seus filhos?
O gosto pela Educação Física em particular não, já que esse foi adquirido muito antes de terem acesso à disciplina através da prática de outros desportos como a Natação, Basquetebol e Andebol, que praticaram a partir dos três anos de idade.

Faz desporto nos seus tempos livres?
Sim, faço um pouco de tudo dentro do Atletismo (salto em comprimento, lançamentos e corridas), sobretudo quando é preciso ajudar a minha equipa a pontuar nos campeonatos. Mas a minha disciplina favorita é a marcha atlética que treino quatro vezes por semana.

Gosta de ver jogos de diferentes tipos de modalidades que não pratica?
Gosto de ver todo o tipo de desporto a nível internacional se estiverem em ação atletas portugueses. Fora isso prefiro fazer desporto em vez de ficar sentada no sofá a ver.

Os seus filhos alguma vez lhe perguntaram qual foi a razão pela qual decidiu ser professora de Educação Física?
Não. A profissão surgiu de forma natural nas nossas vidas de atletas, pois quando eles entraram para o andebol eu e o pai jogávamos também Andebol e eles sempre nos acompanharam nos nossos jogos e nós nos deles.


Entrevista da autoria da aluna Adriana Rodrigues, da turma D do 6º ano, da Escola Rainha Santa Isabel - Coimbra

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Entrevista ao Pato Donald

 Um dia com o Pato Donald

Carla Salazar, 12 anos, entrevistou o Pato Donald, na Disney Land Paris, onde o pato Donald vive e a Carla Salazar passou férias.

 Como é que é trabalhar para a Disney?
É bom porque as crianças ficam entusiasmadas quando me vêm aqui. E também acho bom trabalhar com os meus amigos, por exemplo: o Mickey e a Minie, a minha patinha. Pois ela é minha e só minha! Isso não tem nada a ver mas pronto, é bom trabalhar para a Disney.

É difícil de decorar as suas falas durante uma gravação?
É preciso estar a ler o texto das minhas falas um dia inteiro mas não é isso que eu faço, pois eu decoro facilmente porque eu tomo “Memofante” e tenho uma memória de elefante. Bem, não é isso que eu faço! Eu treino com o Mickey e os meus outros amigos.

Qual é a tua verdadeira nacionalidade?
Bom, os meus pais são americanos, mas eu sou português.

Qual é a sensação de ser uma estrela internacional?
 A minha sensação de ser uma estrela é boa, também é bom as crianças me verem e dizerem: «Olha, pai, olha! É o Pato Donald!» Ficam “doidinhos” quando me vêm. A minha sensação é de felicidade.

Quais são as consequências de ser uma estrela?
As consequências são os paparazis, os fãs loucos, etc…  Se fosse a dizer tudo nunca mais acabava esta entrevista.

Você está feliz por estar aqui?
Sim, estou muito feliz, pois gosto muito de Portugal e das pessoas.


[…]

Sempre que faz bonecos animados é aquele que “sofre” mais. Porquê?
Eu acho que sou o que mais “sofre” porque eu tenho perfil para fazer desenhos animados de rir, como o Tio Patinhas, a casa do Mickey Mouse, e o Mickey e os amigos, etc…

Já há muitos anos que é ator de desenhos animados. Pretende avançar com esta profissão ainda mais anos?
Sim pretendo, porque ainda tenho muito para dar e vender aos meus mini fãs e aos que gostam de mim.

Quando você era mais pequeno, o que queria ser quando fosse grande?
Eu não queria ser nada. Além disso eu não gostava das aulas nem nada do género. Mas a minha mãe obrigava-me a ir à escola. Mas quando fui para o 8º ano já tinha percebido que queria ser ator, e para isso a minha mãe dizia-me: «Estuda e assim vais para algum lado.». E é por isso que estou aqui agora.

Autora: Carla Salazar, aluna do 6º C, da Escola Rainha Santa Isabel em Coimbra

(texto adaptado com supressões)

sábado, 5 de abril de 2014

Poesia para ser vista

A propósito da poesia, alguns alunos do 6º B produziram os seguintes poemas visuais que aqui partilham convosco.

 




domingo, 16 de fevereiro de 2014

"O Rapaz de Bronze" de Sophia de Mello Breyner Andresen

A obra "O Rapaz de Bronze" é apenas uma das muitas histórias da escritora Sophia de Mello Breyner Andresen. Para te ajudar a descobrir esta obra e conhecer um pouco mais sobre a sua autora, deixo-vos aqui alguns documentos digitais. Para lhes aceder basta "clicar" nas respectivas palavras ou imagens 

Imagens / Ilustrações   
             

Esquemas / Análise     

  Vídeo    ebook    

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Um conto tradicional açoreano

HISTÓRIA AÇOREANA

A história que vos vou contar não foi inventada por mim. Li-a num livro de contos tradicionais e achei engraçado partilhá-la convosco.
Havia numa ilha dois compadres que fizeram um contrato. Neste acordaram que seria semeado trigo. O que crescesse para cima ficava para o jornaleiro e o que produzisse debaixo da terra pertencia ao compadre Diabo.
O jornaleiro trabalhou a plantação de trigo. O trigo cresceu bastante e, quando chegou o momento deste ser colhido, o jornaleiro conseguiu apanhar muito trigo e o Diabo apenas ficou com as raízes. Este ficou muito dececionado e sentiu-se enganado.
Mais tarde, o compadre Diabo propôs semear batatas mas, desta vez, o que ficasse em cima da terra pertencer-lhe-ia e o que ficasse em baixo era para o jornaleiro.
Sem hesitar, o jornaleiro aceitou a proposta e semeou o campo todo de batatas. O tempo passou. Para cima cresceu a rama abundante e verde da batata e para baixo ficou a produção de batatas. Aquando do momento da colheita verificou-se que o jornaleiro obteve muito lucro com as batatas e o Diabo nenhum, já que este nada conseguiu colher.
Mais uma vez o Diabo ficou a perder e, querendo vingar-se do jornaleiro, disse-lhe:
- Enganaste-me, por isso vou vingar-me! Vais arrepender-te do que fizeste!
Assustado, o jornaleiro não sabia como sair daquela situação. Falou, então, com a sua esposa que o sossegou dizendo-lhe:
- Não te preocupes! Quando o compadre Diabo aqui aparecer, escondes-te que eu falo com ele!
Passados alguns dias, o Diabo foi a casa do jornaleiro. Como combinado, este não apareceu e foi recebido pela sua esposa.
- Bom dia, compadre. O que pretende?
- De si nada! Venho ajustar contas com o compadre…
- Não me diga que ele também o magoou!?
- Ele magoou-me!? De que está a falar?
- É que o meu marido ultimamente tem andado muito violento… Veja o que ontem me fez com as unhas!
O Diabo, um pouco confuso, ao ver a profundidade do ferimento que a comadre lhe mostrara, ficou de tal modo assustado que fugiu o mais rápido que pôde, sem nada dizer. A partir daquele dia, nunca mais foi visto na ilha.
Dizem que quem se empenha é sempre recompensado, e quem ameaça e se julga superior aos outros é castigado… E é bem verdade!


Inês Coelho – 6ºB

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Continuação do texto "O bolo-rei" retirado da obra "Dezembro à porta" de António Torrado

 
   (...)
     «E assim aconteceu. Mas nem o bolo-rei escapou.»
     Coitado do bolo- rei, do bolo inglês, do bolo de natas, do bolo de amêndoa e do pudim de gelatina. Estavam praticamente comidos. Só lhes restava um pedaço de cada.
     O bolo-rei ao ver-se a si e aos seus súbditos, quase comidos, percebeu que apesar do seu título de “rei”, era igual aos outros. Nenhum escaparia de ser comido. 
     Vendo bem, estavam no Natal, numa mesa de família, e a sua honrada função era contribuir para a felicidade de todas as pessoas que ali se encontravam.
     O bolo- rei depois de tomar consciência do que se estava a passar, dirigiu- se aos seus súbditos e disse-lhes, que gostou de partilhar este Natal com eles. Afinal, somos todos iguais, apesar dos nossos sabores e feitios serem diferentes. Todos ficaram amigos e felizes, pois apesar de tudo, abrilhantaram a mesa de Natal. O Natal é uma data especial, pois “Nasceu Jesus” e é uma festa da família e, poder fazer parte dela mesmo que por momentos, faz da nossa curta vida, uma vida especial.
     O bolo- rei, parecia agora um verdadeiro rei, pois conseguiu unir todos os bolos e o pudim. Todos cumpriram a sua função, felizes e com orgulho, até à sua última fatia. Foi o seu primeiro e único Natal.

Susana Silva, 5ºA